Governo de MT avança na gestão da saúde e deve assumir Hospital Geral em Cuiabá
Carolina Miranda/Larissa Malheiros
SAÚDE PÚBLICA
O governador Mauro Mendes atualizou o andamento dos investimentos e da gestão dos hospitais em Mato Grosso, destacando os avanços na estrutura hospitalar e a reorganização da administração das unidades de saúde no estado.
Sobre o Hospital Central, o governador afirmou que a obra está dentro do cronograma previsto, com conclusão estimada para setembro, conforme já divulgado anteriormente. Já o Hospital de Alta Floresta, cuja obra foi realizada pela construtora contratada, está bastante adiantada, com previsão de finalização para novembro ou dezembro deste ano. Além disso, as etapas de compra de equipamentos e mobiliário já foram iniciadas, com o secretário de Saúde conduzindo o processo de aquisição. Caso tudo corra conforme o planejado, a inauguração deve ocorrer entre o final de 2025 e o primeiro trimestre de 2026. O Hospital Júlio Muller também tem previsão de entrega para o final deste ano. Quanto às outras unidades do interior, as consultorias ainda não definiram datas concretas para a finalização das obras.
Sobre a situação da Santa Casa, o governador reforçou que o governo estadual já manifestou várias vezes a intenção de transferir os serviços para o Hospital Albert Einstein, que será operado no Hospital Central. Segundo ele, o governo assumirá também o Hospital Geral nesta semana e está em processo de descontinuidade do aluguel oneroso da unidade da Santa Casa, cujo custo chegava a mais de R$ 400 mil mensais. Mauro Mendes ressaltou que o estado não tem necessidade de manter unidades com custos elevados quando já há hospitais suficientes para atender a demanda.
“O Governo de Mato Grosso vai administrar quatro hospitais na região da baixada cuiabana. Quando fui prefeito de Cuiabá, não havia nenhum hospital estadual gerenciado pelo governo; hoje, o Hospital Metropolitano conta com quase 250 leitos, e temos também o Hospital Central, o Hospital do Câncer e o Hospital Geral sob gestão da Secretaria de Saúde. É uma realidade totalmente diferente. Não faz sentido manter cinco hospitais na mesma região, o que seria inviável”, afirmou.
"Com esses investimentos e a reestruturação da gestão hospitalar, a nossa gestão pretende garantir melhor atendimento à população, com infraestrutura adequada e serviços de qualidade", concluiu.