UFMT recebe prêmio de pesquisa sobre direitos LGBTI+


 - Foto: Divulgação
11/04/2024 às 14:23
Redação

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Bruna Irineu está entre 20 brasileiros premiados que estudam o assunto

Com o projeto de pesquisa que objetiva a análise das estratégias anti-direitos LGBTI+ na esfera pública global, a docente da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Câmpus de Cuiabá, Bruna Irineu, é a primeira do quadro da Instituição a receber o prêmio Fulbright Faculty Member Award para o ano acadêmico 2023/2024, sistema vinculado ao governo americano que oferece bolsas de estudos para o intercâmbio de estudantes de pós-graduação, professores e pesquisadores. 

A docente, lotada no Departamento de Serviço Social da Universidade, venceu na categoria Junior Research Visiting Scholar. Seu trabalho tem  especial atenção aos setores políticos da extrema direita à esquerda que têm protagonizado uma ofensiva anti-trans nesse campo de disputas na América do Sul, Central e do Norte.

As atividades da professora estão vinculadas a The City University of New York – CUNY, que possui 25 campus em Nova Iorque e foi a primeira universidade pública dos Estados Unidos. A universidade também foi a primeira a contar com um Centro de Estudos LGBTI+, o CLAGS.

“Estou muito honrada pelo reconhecimento de minha proposta de pesquisa pela Fulbright Brasil. Acredito que essa oportunidade de internacionalização impactará fortemente nas ações que tenho desenvolvido junto ao Programa de Pós-Graduação em Política Social e em Saúde Coletiva, bem como possibilitarão uma abertura para o aprofundamento das relações institucionais com programas de excelência no sentido de construirmos cooperação envolvendo docentes e discentes da UFMT e da CUNY”.

A professora Irineu está entre os 20 brasileiros que estão conduzindo pesquisas e/ou ensinando no exterior para o ano acadêmico de 2023-2024 através dos Programa Junior Research Schollar e Senior Research Schollar da Fulbright Brasil. De acordo com a agência de fomento, os Fulbrighters se envolvem em pesquisas e expandem suas redes profissionais, muitas vezes continuando as colaborações de pesquisa iniciadas no exterior e estabelecendo as bases para forjar futuras parcerias entre instituições. 

Ao retornar aos seus países de origem, instituições, laboratórios e salas de aula, eles compartilham suas histórias e muitas vezes se tornam apoiadores ativos do intercâmbio internacional, convidando estudiosos estrangeiros para o campus e incentivando colegas e estudantes a ir para o exterior.

Como Alumni Fulbright Scholar, suas carreiras são enriquecidas juntando-se a uma rede de milhares de estudiosos estimados, incluindo 61 ganhadores do Prêmio Nobel, 89 ganhadores do Prêmio Pulitzer e mais de 40 que serviram como chefe de estado ou de governo em seus países.

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