Mãe de suposta filha de Neymar desabafa sobre demora no DNA
Redação
Famosos
O ano novo começou e, com ele, os balanços de 2025 e as promessas para os próximos 365 dias. Em meio às postagens de comemoração, a mãe da suposta filha de Neymar, a ex-modelo húngara Gabriella Gáspár, usou o Instagram para lamentar a demora nos resultados do exame da filha, Jázmin Zoé, de 12 anos.
Na publicação, ela falou sobre a expectativa para que o DNA seja confirmado logo, definiu como ela se sente em relação a tudo, descreveu que a filha sofre por não se reconhecida e ainda contou que o processo de reconhecimento de paternidade está em segredo de Justiça.
Quando a suposta filha de Neymar foi revelada, Gabriella Gáspár contou que trabalhava como modelo e afirmou ter vivido um breve affair com o jogador do Santos, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em 2013.
Uma jornada de amor, verdade e espera: o desabafo de uma mãe.
Queridos amigos, familiares e a todos que nos acompanham com carinho.

Venho hoje compartilhar um pouco sobre a jornada que eu, Gabriella Gáspár, e minha filha, Jázmin Zoé, temos trilhado há muitos anos em busca de um direito fundamental: o reconhecimento de paternidade. Jázmin, que acabou de completar 12 anos em 30 de dezembro de 2025, é uma menina linda e amorosa, que sonha apenas em ter o contato e o carinho de seu pai, o famoso jogador de futebol internacional.
Desde o momento em que conheci o atleta durante um torneio na América do Sul, e desde o nascimento de Jazmin, minha busca por estabelecer esse vínculo foi constante. Tentei de todas as formas um contato amigável, seja através das mídias sociais do atleta, quanto as de seus pais e irmã, apresentando fotos da minha filha ao longo dos anos.
No entanto, jamais recebi qualquer resposta. Essa falta de acesso e colaboração tornou tudo muito difícil e nos levou a ingressar com uma ação judicial no Brasil, no estado de São Paulo, um processo que corre em segredo de Justiça, como é praxe em casos que envolvem menores e questões de família.
Infelizmente, nem sempre tivemos o apoio jurídico adequado. Até cerca de um ano atrás, a representação anterior acabou por expor indevidamente petições e detalhes do processo em reportagens de sites e jornalistas conhecidos apenas no Brasil. Essa fase foi extremamente dolorosa e frustrante, pois eu não resido no Brasil, não falamos português e dependíamos de tradutores, o que limitou nossa possibilidade de saber e acompanhar o que era divulgado.
Gostaria de aproveitar este momento para expressar minhas sinceras desculpas ao atleta Neymar por quaisquer ofensas que possam ter sido proferidas por minha antiga representação jurídica nessas reportagens. Reitero que tais declarações não foram feitas com a minha permissão, tampouco com o meu conhecimento.
Diante desse cenário, Jazmin e eu, que residimos na Hungria, tomamos a decisão de mudar nossa representação legal. Através de amigos, o escritório da Dra. Delaine, sediado na Alemanha, foi indicado como o ideal para o caso, especialmente por atender em toda a Europa e ser liderado por uma brasileira.
Desde janeiro de 2025, somos representadas por sua equipe, que trouxe uma nova perspectiva e a discrição que tanto buscávamos. Com o tempo, fui ganhando ainda mais confiança nesta representação.
Para a linha de frente no Brasil, a Dra. Delaine também inseriu os Dr. Rodrigo Bessa e Dra. Pryscilla Del Giudice, que atuam fisicamente no país como interlocutores essenciais entre o judiciário brasileiro e o escritório jurídico que representa o genitor, além das minhas necessidades e da minha filha.
Com essa nova equipe, a comunicação e o acompanhamento processual se transformaram. Há um ano, consigo me manter atualizada sobre cada movimento do processo, e reafirmo que nenhuma nova informação foi passada à imprensa. Estamos cumprindo rigorosamente o sigilo imposto pela Justiça brasileira, que visa proteger os interesses de Jázmin.
Sabemos que o tempo da tramitação judicial no Brasil pode ser longo, e isso, infelizmente, é uma realidade para muitas famílias. A coleta do DNA, por exemplo, foi um ato que demorou bastante, envolvendo o judiciário brasileiro e o da Hungria por motivos que não podem ser aqui revelados.
Minha filha poderia perfeitamente estar sendo poupada de tudo isso se o apoio tivesse vindo ao menos com duas passagens aéreas para fazermos o que precisávamos fazer no Brasil, para colher o DNA, não dependendo de ter que ir pelo caminho mais difícil, que é a necessidade de colaboração de judiciários de dois países em busca de uma coleta de DNA.
Graças a Deus, essa fase já foi movimentada, e agora estamos aguardando os próximos passos a serem determinados pelo judiciário brasileiro ou ainda a possibilidade de um acordo para facilitar o fim destas dificuldades todas.
É indescritível a dor de uma mãe que, por tantos anos, luta para provar a verdade e vê sua filha sofrer. Jazmin não guarda qualquer rancor do Neymar; ela apenas não compreende por que ele não a procura, especialmente ao vê-lo demonstrar tanto carinho e apoio aos seus irmãos já reconhecidos.
É triste vê-la ser deixada de lado por circunstâncias que, no passado, me impediram de obter o apoio necessário para o DNA de forma amigável. É muito difícil ver minha filha, desde que nasceu, ser informada sobre quem é o seu pai, mas até hoje ela não ter a paternidade reconhecida em sua identidade civil, enquanto vê tantas fotos de amor e carinho de sua família brasileira que optou em deixá-la de lado.
Este é o desabafo de uma mãe que busca justiça e paz para sua filha. O que poderia ter sido resolvido de forma rápida e discreta acabou se tornando uma longa batalha judicial.
O processo permanece em segredo de Justiça no estado de São Paulo, e não podemos revelar detalhes. Contudo, com a superação da fase de coleta dos DNAs, temos a esperança de que, em 2026, esta jornada finalmente chegue ao fim, e Jázmin possa receber o abraço que tanto espera.
Reitero que, devido aos ultimatos do judiciário brasileiro sobre vazamento de informações, ambas as partes estão cientes das penalidades. Por isso, a discrição tem sido mantida rigorosamente há um ano, algo pelo qual sou imensamente grata à Dra. Delaine Kühn, ao Dr Rodrigo Bessa e à Dra. Pryscilla Del Giudice por todo o apoio, transparência e profissionalismo. Com gratidão pelo apoio de todos que nos enviam mensagens de carinho e força, Gabriella Gaspar”.
Relembre o caso
- Gabriella afirma que a menina é fruto de uma breve relação que teve com o jogador há 13 anos.
- Em dezembro de 2024, a modelo se justificou por não ter submetido a filha ao exame de DNA depois de abrir uma vaquinha para poder custear as despesas do procedimento.
- Ela garantiu que ainda não havia feito o teste por conta de algumas burocracias.
- Mesmo após o jogador enviar material genético para o laboratório após determinação da Justiça, ela teria se recusado a fazer o exame.
Fonte: Metrópoles