Aposta, sonho e estratégia: a corrida pelo prêmio bilionário da Mega da Virada
Redação
SORTEIO
Com a chegada do fim do ano, milhares de apostadores em Mato Grosso e em todo o Brasil renovam a esperança de mudar de vida com a Mega da Virada, que em 2025 vai pagar R$ 1 bilhão, o maior prêmio já oferecido pela loteria nacional. Entre estatísticas, intuição e superstição, cada jogador escolhe seu próprio caminho para tentar acertar as seis dezenas.
O engenheiro aposentado Francisco Marques acompanha os sorteios há décadas e afirma já ter sido premiado em concursos menores. Para ele, a aposta envolve método e sensibilidade: mistura cálculos, análise de resultados anteriores e até sonhos. Ele também alterna entre jogos individuais e bolões familiares.
Já a vendedora Paula Ferreira prefere a simplicidade. Ela só aposta em concursos especiais e escolhe os números de forma aleatória, guiada por datas importantes e sinais que acredita receber no dia da aposta.
Enquanto alguns focam nos números, outros já sonham com o futuro. A comerciante Ângela Ribeiro diz que passaria um período viajando antes de decidir como investir o dinheiro. A recepcionista Julia Alves afirma que realizaria dois grandes desejos: viajar bastante e abrir o próprio restaurante.
A expectativa pelo prêmio bilionário se reflete no movimento das lotéricas. Em Cuiabá, o empresário Yesser Muhieddine, da Lotérica Ipiranga, relata que o fluxo de apostadores chega a triplicar nesta época. “Muita gente deixa para apostar na última hora”, conta, destacando ainda a fama de “pé-quente” do local.
A Mega da Virada não acumula. Se ninguém acertar as seis dezenas, o prêmio é dividido entre os apostadores das faixas seguintes. As apostas podem ser feitas em casas lotéricas, pelo site e aplicativo da Caixa ou pelos canais digitais do banco.