Prefeito de Cuiabá anuncia novas estratégias de gestão com economia de R$ 4 milhões aos cofres públicos
Carolina Miranda/Larissa Malheiros
Economia
Na tarde desta quarta-feira, durante coletiva de imprensa realizada na sede da Prefeitura, o prefeito de Cuiabá apresentou um novo modelo de gestão administrativa que prevê a centralização de setores estratégicos e a redução de estruturas duplicadas nas secretarias municipais. Com a iniciativa, a Prefeitura busca modernizar a administração municipal, eliminando sobreposições e fortalecendo a aplicação eficiente dos recursos públicos, garantindo mais resultados para a população cuiabana.
“A medida garantirá uma economia imediata de R$ 4 milhões até o final de 2025, além de abrir espaço para ampliar investimentos em áreas prioritárias, como educação, cultura e esporte. “Entenda bem: em vez de mantermos um departamento de apoio financeiro em cada secretaria, teremos apenas um departamento centralizado. O mesmo vale para equipes que hoje são responsáveis por contratos, manutenções e adesões. Essa reorganização permite reduzir custos e aumentar a eficiência”, destacou.
O prefeito explicou ainda que, a Secretaria de Educação será a base de apoio mais robusta do novo sistema. Atualmente, a pasta já concentra equipes de arquitetura, engenharia, contabilidade e auditoria, que passarão a dar suporte a outras áreas, como Cultura e Esporte.
Na prática, projetos hoje vinculados a outras secretarias, mas que possuem natureza educacional, também serão integrados à Educação. É o caso do programa “Bom de Bola, Bom de Escola”, atualmente sob responsabilidade da Secretaria de Esporte, mas que passará a ser gerido pela Educação por estar diretamente ligado à formação estudantil.
De acordo com o prefeito, os recursos economizados com a reestruturação serão aplicados de forma estratégica para reforçar políticas públicas. “Quatro milhões de reais é um valor expressivo. Essa economia vai nos permitir investir mais em cultura e, principalmente, em educação, onde temos a obrigação legal de aplicar 25% do orçamento. Se a medida se mantiver em 2026, poderemos economizar ainda mais e ampliar os investimentos”, concluiu.