Menos de 19% do público alvo está vacinado contra dengue em Várzea Grande


30/01/2025 às 11:51
Redação

Veja

Dados da secretaria de Saúde de Várzea Grande apontam que menos de 19% do público alvo está vacinado contra a dengue no município. O alerta é da gerente de Vigilância Epidemiológica, Alessandra Carrera, que reforça o pedido para que os pais levem os filhos de 10 a 14 anos, para serem imunizados.  “Estamos vivendo uma epidemia e é importante que eles tenham esse cuidado. A vacinação é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças e evitar casos graves e hospitalizações”.

Como explica a gerente, todas as unidades de Saúde de Várzea Grande têm vacinas contra a dengue. O imunizante está disponível somente para crianças e adolescentes e essa é uma decisão técnica que o Ministério da Saúde (MS) adotou, baseada nos testes que são realizados antes da vacina ser difundida para toda a população, por isso nós, enquanto Município, não podemos estender a vacinação para outros públicos indo contra o Ministério”. Ela afirma que qualquer alteração no público alvo do imunizante tem de vir do MS.

A gerente de Vigilância Epidemiológica lembra que todas as vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde, e que fazem parte do calendário nacional, são importantes e devem ser realizadas nas faixas etárias indicadas para que forneça a proteção adequada.

Alessandra Carrera destaca também a importância de os pais manterem em dia o esquema de vacinação como forma de prevenir doenças para as quais existe imunização. “Além das vacinas contra a influenza e a dengue, diversas outras que compõem o calendário nacional estão disponíveis, daí a importância de buscar uma unidade de saúde para observar a caderneta de vacinação e se possível tomar o imunizante que está em falta”. 

CUIDADOS - A dengue, zika e chicungunya são doenças infecciosas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e para conter a sua proliferação é importante que a população mantenha cuidados de higiene no combate ao mosquito, como por exemplo, limpar os terrenos, caixas d’água e utensílios que possam acumular água. “É importante que as famílias mantenham essa rotina de cuidados o ano inteiro e se possível, fazer uso de repelentes. Essas doenças causam mal-estar e dores ao corpo e na forma mais grave, hospitalização e até a morte”, pontuou Alessandra Carrerra.

0 comentários


Deixe um comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos obrigatórios estão marcados *


Veja mais:


  • Política - Nota de Esclarecimento
  • Geral - IA redefine carreiras e amplia demanda por especialistas no Brasil
  • Geral - Como escolher os melhores cassinos online — guia objetivo
  • Mato Grosso - MT amplia criação de empregos formais e consolida bom momento econômico
  • Política Brasil - Virginia agradece apoio após aparecer como favorita, mas diz que decisão ainda não está tomada
  • Política MT - Governador promove três oficiais do Corpo de Bombeiros ao posto de coronel em MT
  • Geral - Jogos clássicos ganham versões modernas e seguem conquistando público
  • Política Brasil - Wellington atribui episódio da tornozeleira de Bolsonaro a abalo emocional pós-pandemia
  • Entrevista - Nicole Bahls celebra fase solteira e revela planos para o Carnaval de 2026
  • Geral - Apostador de Cuiabá acerta cinco números da Mega-Sena e leva prêmio de R$ 77,5 mil